Dicas e Guia para visita ao Castelo de Chenonceau

Contemplar Chenonceau é vislumbrar uma harmonia perfeita entre a natureza – representada por água, ar e vegetação – e um conjunto  arquitetônico inigualável, digno de admiração mundial. Vindos dos cinco continentes, os visitantes – “hóspedes por um dia” – são convidados a vivenciar um momento de pura graça e a se deixar levar pela serenidade e beleza do cenário.

Chenonceau foi o teatro de intensas paixões protagonizadas por seus sucessivos proprietários, arrastados inexoravelmente pelo turbilhão de eventos que marcaram a história da França. Escolhido como residência real, o castelo orgulha-se também de seu destino incomum: ele foi construído, amado, administrado e protegido por mulheres notáveis. Diane de Poitiers, favorita do rei Henri II, ofereceu a Chenonceau um
dos jardins mais espetaculares da época, além de ter deixado a marca de uma arquitetura única, caracterizada pela famosa ponte sobre
o rio Cher.

Catarina de Médicis, viúva do rei, afastou Diane do castelo e mandou construir a galeria de dois andares, onde costumava organizar bailes suntuosos na época em que era regente.

Chateau vue rive sud© Briq Ecliptique 1B cavedesdomeschateaudechenonceau©imagesdemarc 1bgaleriechateaudechenonceau©imagesdemarc Chenonceau©images de marc Salon LouisXIV Chateau de Chenonceau ©ImagesdeMarc Vue Chateau sur le Cher-©IMAGESDEMARC

Louise de Lorraine, ao perder seu esposo Henri III, adotou o luto branco, como preconizava a etiqueta da corte, e passou a se dedicar inteiramente à religião. Sua morte marcou o fim da presença da realeza no castelo de Chenonceau. Extraordinária personagem do Século das Luzes, Louise Dupin resgatou o fasto do castelo, onde organizava brilhantes saraus frequentados por filósofos da época, entre os quais Montesquieu, Voltaire e Rousseau. Graças a sua presença de espírito, o castelo escapou ileso das ameaças da Revolução Francesa.

Em 1864, Marguerite Pelouze, originária da burguesia industrial, decidiu transformar o castelo e o parque no reflexo de sua ascensão social, dilapidando toda a sua fortuna para restaurá-lo. Mais tarde, Simone Menier, enfermeira chefe, administrou o hospital que mandara instalar, graças ao apoio pecuniário de sua família, nas duas galerias do castelo – onde mais de 2 mil feridos de guerra foram tratados até 1918.

Acesse aqui o Guia em português para visitar este Castelo: Guia em portugês para Visita

Tarifas para 2016: Tarifas para 2016

Referências de Tarifas para grupos: Referências de Tarifas Grupos

Mapa de Chenonceau: Mapa de Chenonceau

 

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